A oficina mais ocupada da zona não é necessariamente a mais rentável. Há oficinas que faturam muito mas com margens tão estreitas que, no final do mês, o lucro real mal cobre os custos fixos. E a razão é quase sempre a mesma: ninguém analisou que trabalhos geram margem e quais não, porque não há dados organizados para o fazer.
O que não se mede não se pode melhorar
- Sem estatísticas de receitas por período, é impossível saber se a oficina está a crescer ou estagnada, nem em que meses há picos de procura.
- Sem desagregação por tipo de trabalho, não sabe se a mão de obra dá mais margem do que as peças, nem que serviços são mais solicitados.
- Sem acompanhamento de clientes recorrentes, não consegue saber se a taxa de fidelização é alta ou se está a perder clientes sem se aperceber.
- Sem dados de veículos, não consegue detetar que marcas ou modelos lhe geram mais trabalho e orientar os seus esforços de captação.
- Tomar decisões de preço, de pessoal ou de investimento sem dados é apostar — e num negócio com custos fixos elevados, isso é arriscado.
Que estatísticas são realmente úteis para uma oficina
Não é preciso um dashboard de inteligência de negócio complexo. Para a maioria das oficinas, as métricas com mais impacto são: receitas totais por mês (e comparação com o período anterior), número de trabalhos concluídos, valor médio por trabalho, trabalhos por tipo (mão de obra, peças, outros) e clientes novos vs. recorrentes. Com esses cinco dados já pode tomar decisões informadas.
Detetar trabalhos pouco rentáveis antes de drenar o negócio
Um dos usos mais potentes das estatísticas é detetar que tipos de trabalho geram pouca margem para o tempo que consomem. Se as mudanças de óleo rápidas representam 40% do volume mas apenas 10% da receita, talvez faça sentido ajustar o preço ou encaminhar esses trabalhos para se focar em reparações de maior valor. Sem dados, essa decisão é uma intuição. Com dados, é uma estratégia.
Sazonalidade: quando se preparar para os picos
A maioria das oficinas tem meses de mais trabalho (antes do verão, antes do inverno, períodos de inspeção) e meses mais calmos. Se tiver dados históricos de pelo menos um ano, pode antecipar esses picos: contratar pessoal temporário, encomendar stock com antecedência ou lançar promoções nos meses tranquilos para nivelar a curva de receitas.
Como o TallerOS resolve isto
No TallerOS (plano Pro ou superior), o módulo de estatísticas mostra as receitas do período selecionado, o número de trabalhos e o valor médio, com evolução gráfica para detetar tendências. Também pode ver a desagregação por tipo de linha (mão de obra vs. peças vs. outros conceitos) e os clientes com mais atividade.
Os dados atualizam-se em tempo real à medida que os trabalhos são criados e fechados, sem necessidade de exportar para Excel nem fazer cálculos manuais. É o ponto de partida para passar de gerir a oficina "a olho" a geri-la com critério.
Perguntas frequentes
As estatísticas incluem os dados das faturas ou apenas dos trabalhos?
As estatísticas do TallerOS baseiam-se nos trabalhos concluídos. Se usar o módulo de faturas (plano Premium), os dados de faturação complementam a visão de receitas.
Posso exportar os dados para analisar no Excel?
Por agora, as estatísticas consultam-se a partir do painel do TallerOS. A exportação para CSV ou Excel é uma funcionalidade planeada para versões futuras.
As estatísticas estão disponíveis no plano Básico?
Não. O módulo de estatísticas está disponível no plano Pro ou superior.
Quanto histórico de dados posso ver?
Pode consultar todos os dados desde que criou a sua conta no TallerOS, sem limite de histórico.
Descubra que trabalhos lhe dão mais margem e como a sua oficina cresce mês a mês. Experimente o TallerOS Pro grátis durante 14 dias.
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